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 Terra Pampa    Clube de Cartas   Ano II 

Descubra o Rio Grande que existe por trás daquilo que tu aprendeu a chamar de nosso.

Em 12 meses, tu vai deixar de apenas reconhecer os símbolos da cultura gaúcha e passar a entender as histórias que fizeram cada um deles passar a existir.

Uma nova investigação por mês, construída a partir de 20 anos de pesquisa, documentos, livros, entrevistas e fontes históricas.

Para que o orgulho que tu já sente pelo Rio Grande ganhe história, contexto e raiz.

Tu não precisas ter vivido a lida para pertencer.
Precisas entender de onde ela vem. E sentir orgulho disso.

12  Novas cartas     ·     12  Encontros ao vivo     ·     Versão física ou digital

TALVEZ TU JÁ TENHA PENSADO ISSO

“Eu gosto muito da cultura gaúcha. Mas deveria saber mais sobre ela.”

Tu toma mate, conhece os grandes personagens, reconhece a pilcha, sabe o nome das revoluções, passa por monumentos e usa expressões que só fazem sentido para quem cresceu por aqui.

 

Tens orgulho de dizer que isso tudo é nosso.

Mas basta fazer uma pergunta a mais — por quê? — e aquilo que parecia tão conhecido começa a revelar alguns buracos.

 

De onde veio? Sempre foi assim? Quem começou? O que realmente aconteceu?

Porque reconhecer uma cultura não é a mesma coisa que compreendê-la.

“Eu tenho orgulho disso. Mas gostaria de saber melhor por quê.”

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Durante muito tempo, a própria vida ensinava.

O filho via o pai. O neto escutava o avô. A lida, os hábitos e a convivência transmitiam uma parte da cultura sem que alguém precisasse parar para explicar.

Mas o Rio Grande mudou.

Hoje, muita gente vive na cidade, trabalha longe do campo e não teve acesso direto à mesma experiência das gerações passadas.

 

Isso pode criar uma conclusão fácil:

“Então eu cheguei tarde demais.”

Não.

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 A vivência é uma forma de transmissão. A compreensão é outra. 

 

Tu não precisas inventar uma infância no campo que nunca tiveste. Não precisas provar para ninguém que és “gaúcho o suficiente”. E não precisas decorar mais símbolos para parecer pertencer.

 

Precisas conhecer aquilo que já aprendeste a amar.

 

Quando tu entende de onde uma tradição veio, quem a criou, por quais conflitos passou, o que mudou ao longo do tempo e por que chegou até ti daquela maneira, o símbolo deixa de ser apenas algo reconhecível.

 

Ele passa a carregar significado.

Tradição herdada produz reconhecimento.
Tradição compreendida produz pertencimento.

FOI PARA ISSO QUE EU CRIEI O TERRA PAMPA

Há mais de 20 anos eu pesquiso a história do Rio Grande.

Nesse tempo, passei por livros, documentos, arquivos, entrevistas, viagens, relatos e fontes históricas. Algumas dessas pesquisas viraram livros. Outras abriram perguntas que me levaram ainda mais longe.

 

E muitas histórias ficaram guardadas.

 

Histórias boas demais para virar apenas uma legenda. Densas demais para caber num vídeo de trinta segundos. Interessantes demais para permanecer enterradas num arquivo esperando algum dia virar outro livro.

 

Então comecei a fazer uma coisa diferente:

Comecei a transformá-las em cartas.

Todos os meses, parto de uma pergunta. Cavo o assunto, cruzo fontes, procuro o contexto, separo aquilo que sabemos daquilo que apenas repetimos e transformo o resultado dessa investigação em uma história que tu consegues ler sem precisar virar um historiador.

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Eu faço a pesquisa que tu provavelmente nunca teria tempo de fazer e transformo o que encontro numa história que vais querer terminar de ler.

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COMO NASCE UMA CARTA DO TERRA PAMPA

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O trabalho pesado fica comigo.
A descoberta chega para ti em carta.

UMA PERGUNTA

Algo conhecido revela uma origem, uma inconsistência ou uma história que merece ser investigada.

A PESQUISA

Documentos, livros, arquivos, entrevistas e fontes históricas entram em cena.

O CONTEXTO

Aparecem as pessoas, os conflitos, os interesses e as circunstâncias ao redor do fato.

A DESCOBERTA

Aquilo que parecia simples revela uma camada que quase nunca aparece quando a história é contada depressa.

A CARTA

Tudo chega até a tua casa em uma narrativa feita para ser lida por prazer.

 DEIXA EU TE MOSTRAR 

Tu provavelmente conheces Sepé Tiaraju.

Talvez conheças o nome, o monumento, os Sete Povos das Missões, a Guerra Guaranítica e a frase que ficou marcada na memória:

“Esta terra tem dono.”

Até aqui, tudo parece conhecido.

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Agora vamos cavar.

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Antes de Sepé virar símbolo, existia um território em disputa. Portugal e Espanha negociavam fronteiras. Os povos missioneiros viviam naquela região. Tratados assinados a milhares de quilômetros dali decidiam o destino de pessoas que estavam aqui.

 

E o Rio Grande ainda não correspondia ao Rio Grande que atualmente tu reconheces no mapa.

 

Quando essas peças aparecem juntas, nasce uma pergunta:

Se aquele Rio Grande ainda estava sendo formado, o que exatamente queremos dizer quando chamamos Sepé de “herói rio-grandense”?

A pergunta não precisa diminuir o símbolo. Pode torná-lo muito mais interessante.

Porque agora Sepé deixa de ser apenas um nome conhecido para que tu comece a enxergar o homem, o conflito, o território, as decisões políticas e o mundo no qual aquela história realmente aconteceu.

É esse o momento que eu procuro em cada carta:

“Como é que eu nunca soube disso?”

Agora imagina isso acontecendo uma vez por mês. Uma coisa que tu julgavas conhecer revela uma camada que estava ali o tempo inteiro, só faltava alguém cavar.

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Não é mais conteúdo.
É uma forma diferente de conhecer o Rio Grande.

A internet já tem curiosidades, datas, vídeos, posts, discussões e fragmentos suficientes sobre a cultura gaúcha.

O problema não é encontrar alguma coisa para consumir.

É encontrar algo entre dois extremos.

RASO DEMAIS

Conteúdo rápido que tu consomes, acha interessante e logo substitui pelo próximo.

TERRA PAMPA

Pesquisa séria. Contexto. Narrativa. Continuidade.

Uma leitura profunda sem precisar ser pesada.

DENSO DEMAIS

Material importante, mas feito para quem possui tempo, repertório e disposição para enfrentar uma pesquisa acadêmica.

ANO I

Nós já fizemos isso 12 vezes.

E cada carta revelou um Rio Grande um pouco maior.

12 cartas depois, uma coisa ficou evidente:

Quanto mais a gente cava, maior o Rio Grande fica.

E agora começa o Ano II.

O que acontece quando uma dessas cartas chega do outro lado?

ANA JÚLIA ÁVILA

Acompanho e admiro a tua escrita há alguns anos, mas o projeto Terra Pampa elevou essa admiração a um patamar completamente novo.

Resumir a experiência desse primeiro ciclo é falar sobre complexidade com uma grande singeleza. Cada carta trouxe um conteúdo impecável, denso em relevância histórica, folclórica e cultural, mas apresentado com a clareza e a sensibilidade que tornaram a leitura prazerosa e envolvente (o que torna um conteúdo de fácil acesso e entendimento).

Em tempos em que tudo se dissolve no digital, receber uma carta física pelo correio é um ritual diferenciado e incomparável. O cuidado em cada página foi muito além da tua escrita. O valor simbólico e documental que cada exemplar carrega supera qualquer investimento financeiro, são registros que guardarei com carinho para a vida toda.

Um trabalho brilhante, necessário e extremamente relevante. Sigo acompanhando cada passo, e ansiosa pelos próximos capítulos desse projeto grandioso!

Que a tradição siga viva em forma de cartas!!

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MARCOS MOREIRA

Eu amo o Terra Pampa. É uma honra poder escrever algumas palavras sobre ele. Estamos em uma época em que, para o bem e para o mal, a difusão do uso de redes sociais e outros meios eletrônicos inundam nosso dia a dia com vídeos rápidos e informações carentes de conteúdo e, em alguns casos, da verdade. Mas para minha grata surpresa, contemporaneamente aos fatos antes descritos, ainda encontramos verdadeiros sentinelas da preservação da nossa história, como o Terra Pampa, do pesquisador Henrique Fagundes da Costa.

Trata-se de um material muito bem elaborado com sua excelente capacidade de abordar temas relacionados à tradição e cultura gaúchas com uma escrita envolvente e de fácil compreensão, associado ao seu imenso conhecimento proveniente de décadas de pesquisa sobre a nossa história. E, para ficar ainda melhor, o material nos é entregue na forma de cartas e “regalos” trazendo-nos, além do resgate histórico, aquela sensação de nostalgia com os tempos passados.

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GUILHERME ANTONIO FAVERO

Meu amigo Henrique, tchê as cartas do primeiro ano do Terra Pampa são incríveis, o tema abordado em cada uma delas é algo “curto” pela disponibilidade da carta, mas ao mesmo tempo de extrema explicação, as ilustrações então, são incríveis!

E o mais interessante que achei no teu projeto, foi resgatar uma forma de comunicação praticamente extinta que é a carta, eu particularmente espero todo mês a carta!

Então sim é de importante interesse esse projeto!
Tudo muito bem feito! Ansioso pelo segundo ano do Terra Pampa!!!!

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LAÍNE FIALHO IVANISKI

O Terra Pampa, pra mim, é um respiro na rotina.

Quando conheci o projeto, não imaginava que ele me levaria tão longe (ou que me faria voltar pra perto de tantas memórias).

Desde muito nova, a história do Rio Grande e da nossa cultura foi o pano de fundo de muitas conversas com meu pai. Hoje, por morarmos longe um do outro, boa parte da nossa convivência acontece pelo digital. Mas, quando assinei o Terra Pampa e passei a receber as cartas na minha casa, ganhei uma forma de reencontrar aqueles momentos. Durante a leitura, revivo aqueles dias de muito mate e muita prosa com meu pai.

Foi nessas conversas que aprendi não só a amar a história da nossa cultura, mas também a admirar ainda mais a sabedoria do meu pai e  de todos aqueles que vieram antes de nós.

Ao longo desses 12 meses, cada carta me apresentou ou uma parte da história que eu desconhecia ou revelou uma profundidade dela que eu ainda não havia percebido nos fatos que julgava conhecer. É um tipo de conhecimento difícil de encontrar nos conteúdos rápidos que consumimos todos os dias nas redes sociais.

A espera pela chegada, o envelope, o papel, o visual: tudo transforma o conteúdo em uma experiência. O Terra Pampa ampliou meu repertório, despertou novas curiosidades e me ensinou a olhar com mais atenção pra costumes e acontecimentos que, de tão presentes, muitas vezes passam despercebidos.

O capricho de cada detalhe comunica o respeito do Henrique pela nossa história e por cada pessoa que recebe a carta.

Vida longa ao Terra Pampa!

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DAQUI A 12 MESES

O Rio Grande continuará sendo o mesmo.

Mas tu podes olhar para ele de outro jeito.

Quero que tu olhe para uma tradição que antes parecia óbvia e te pergunte de onde ela veio.

Que passe por um monumento e enxergue uma pessoa antes de enxergar uma estátua.

Que escute um nome conhecido e lembre do mundo que existia ao redor dele.

Que encontre um costume e consiga entender por que ele chegou até nós daquela maneira.

Que, numa conversa, em vez de simplesmente repetir “sempre foi assim”, tenhas uma história para contar.

Por que tu vais continuar sentindo orgulho da cultura gaúcha.

Só que agora vai saber explicar por quê.

Uma nova história do Rio Grande.
Todos os meses.

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DURANTE O ANO II, TU RECEBES:

12 NOVAS CARTAS

Uma investigação inédita todos os meses.

12 ENCONTROS AO VIVO

Um encontro mensal comigo para continuar a conversa que nasceu na carta, aprofundar o assunto e explorar novas perguntas.

Não conseguiu participar? A gravação fica disponível.

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De 10 % durante o período da tua assinatura.

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 TERRA PAMPA · ANO II 

Escolha como quer viver essa experiência.

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Terra Pampa Digital

12 cartas digitais do Ano II
12 encontros mensais ao vivo
Acesso às gravações 

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Durante a semana de lançamento.

Bônus de lançamento: as 12 cartas do Ano I em formato digital.

Tu também recebe o primeiro ciclo do Terra Pampa para conhecer as histórias que já encontramos até aqui.

Terra Pampa Físico

Porque algumas histórias merecem sair da tela.
Todos os meses, uma nova carta física chega pelo correio na tua casa para que tu abra, leia, guarde e colecione.

Experiência em cartas entregues na tua casa:

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Adesivo exclusivo do Terra Pampa
Brindes colecionáveis durante a assinatura
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Já eras assinante do Ano I e vais renovar no físico?

Tua renovação inclui um Livreto impresso com todas as cartas do Ano I.

Talvez tu ainda tenha uma pergunta antes de entrar.

Sim. O Terra Pampa não é um exame para descobrir se tu é “gaúcho o suficiente”.

Tu não precisa saber laçar, ter crescido numa estância ou possuir qualquer currículo tradicionalista para entrar.

A pergunta é mais simples: tu queres conhecer melhor a cultura que já reconheces como tua?

Se sim, começa daí.

Eu nunca vivi no campo. O Terra Pampa é para mim?

Tu não vai entrar num curso.

A pesquisa acontece antes da carta chegar. Não há prova, módulos atrasados ou cronograma de estudos.

Uma vez por mês, uma nova carta.

Para ler no teu tempo.

Eu não tenho tempo para estudar história.

Então provavelmente já conheces a diferença entre ver muito e compreender muito.

Um conteúdo rápido pode mostrar um fato.

Uma investigação consegue mostrar o que veio antes, por que aconteceu, quem estava envolvido, o que mudou e por que aquilo ainda importa.

O Terra Pampa não foi criado para aumentar a quantidade de conteúdo que tu consome.

Foi criado para aumentar a profundidade com que conhece aquilo que já ama.

Mas eu já consumo bastante conteúdo sobre cultura gaúcha.

Não.

O Terra Pampa não ensina dança, laço, pilcha ou preparo de chimarrão.

A proposta é outra:

Mostrar o processo histórico por trás daquilo que normalmente recebemos apenas como símbolo.

É um curso de tradicionalismo?

Existem duas formas de uma cultura desaparecer.

Uma delas é alguém tentar destruí-la. A outra é muito mais silenciosa.

Os símbolos continuam existindo. As festas continuam acontecendo. As palavras continuam sendo repetidas. Os personagens continuam nos monumentos.

Mas, aos poucos, ninguém mais sabe explicar de onde aquilo veio.

O gesto sobrevive. O significado não.

Foi pesquisando nossa história que entendi uma coisa que hoje considero fundamental:

A cultura gaúcha não morre porque muda.
Ela enfraquece quando deixa de ser conhecida.

Por isso, conhecer nossa história não é simplesmente ficar olhando para trás.

É conseguir olhar para aquilo que chegou até nós e finalmente enxergar o que existe por trás.

Daqui a 12 meses, o Rio Grande continuará sendo o mesmo.   

Mas tu podes não olhar mais para ele do mesmo jeito.

Uma cuia pode carregar séculos.

Um nome de rua pode esconder uma guerra.

Uma fronteira pode deixar de ser apenas uma linha.

Um personagem pode deixar de ser apenas um monumento.

E o orgulho que tu já sente pode ganhar aquilo que talvez ainda esteja faltando:

conhecimento para sustentá-lo.

Tu não precisas ter vivido a lida para pertencer.

Precisas entender de onde ela vem.

E sentir orgulho disso.

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TERRA PAMPA

Para nunca mais olhar para os mesmos símbolos do mesmo jeito.

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